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Pedir o homem conselhos aos Espíritos não é entrar em entendimento com potências sobrenaturais; é tratar com seus iguais, com aqueles mesmos a quem ele se dirigiria neste mundo: a seus parentes, seus amigos, ou a indivíduos mais esclarecidos do que ele. (Allan Kardec)
Razão

Razão - segundo Burlamaqui - Principes du Droit Naturel, pág. 133.

 

Chamo razão a faculdade de comparar ideias, encontrar a relação das coisas entre si, e de tirar daí consequências. Esta bela faculdade, que é o archote da Alma, nos serve para esclarecer, provar, desenvolver, aplicar o que o sentimento natural já indicou no tocante ao justo e ao injusto. Como a reflexão, longe de enfraquecer a ternura paternal [que é um sentimento natural], ao contrário vai fortificá-la, fazendo-nos observar o quanto ela é conveniente à relação de um pai com um filho e ao bem, não somente de uma família, mas de toda Espécie. Do mesmo modo, o sentimento natural que temos da beleza e da excelência da Virtude, não é pouco fortalecido pelas reflexões que a Razão nos leva a fazer sobre os fundamentos, os motivos, as relações, e a utilidade, tanto geral quando particular dessa mesma Virtude, que nos pareceu tão bela desde o primeiro olhar.

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